SINAIS DO CAMINHO

Estreou, no dia 15 de Junho de 2022, às 19h no Youtube, e aqui no site, o projeto SINAIS DO CAMINHO:

Uma narrativa dançada por Clara Franciss, pelas ruas de Santa Teresa e Centro do Rio de Janeiro, através da intersecção do Hip Hop, da Dança Contemporânea  e da Arte Urbana.

Fala sobre o processo de percepção enquanto se caminha, observando, refletindo, dançando e cantando. Assista aqui o curta-metragem:

Para saber mais sobre outros sinais, entre no Instagram do projeto: @sinaisdocaminho

Imagens captadas por Diego Alves

Brilhos por SOS Brilho Bio

Produção e Edição pelo Fluxo

Criado por Clara Franciss

Este projeto conta com o patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através do Edital Cultura Presenta nas Redes 2. #clarafranciss #sinaisdocaminho #fluxoatelie #sosbrilhobio #sececrj #culturapresente #culturapresentenasredes2

PARA LER DEPOIS DE ASSISTIR:

SOBRE AS ARTES DOS MURAIS e ALGUMAS CURIOSIDADES:

*Meu, Coração e Ser Humano: do artista Marcio de Carvalho @mar_do_vale

*As flores do futuro estão nas sementes do presente: do artista Vegetal

*Os corações coloridos são do @vodaopapo

* O fantasma na parede do Super Mario Bros é do @lifeisabit , um casal de artistas Maria Carol Mello e Luca Bastolla

* Quero ter olhos para enxergar a maldade desaparecer está em uma música de Clara Nunes, no álbum Claridade, e o lambe é do @cigarroparagguaio

*Livre para amar quem quiser é da Rafamon, fica na frente do ateliê dela em Santa Teresa. A fênix e a escada colorida na entrada de Santa Teresa também são dela. Sou super fâ! : ) @rafamon

*Nos olhos de uma mulher encontro comigo também, é de Ana Brito @papel.mulher

* Não há tempo para colher silêncios é da @ladrilha

* Conexão e Empatia são dos artistas @BellaPhame e o Empatia foi feito também com @Cazearte. Amo, tem em vários pontos da cidade, sempre com as cores verde e roxa/violeta, cores do quarto e sétimo chakra. E as artes do @Cazearte são maravilhosas !!!

*O Amor Importa foi escrito na fachada do Teatro João Caetano, e tirei a foto na primeira vez que fui ao teatro assistir amigos se apresentarem, logo quando tudo abriu depois de ficar muito tempo fechado, na pandemia. Pintaram novamente a fachada do teatro e não estava mais lá quando fui gravar. A penúltima cena é ali.